Archive for fevereiro \25\UTC 2010

Stimulate

25/02/2010

Stimulate – bioestimulador, contendo reguladores vegetais e traços de minerais quelatizados. Esse produto incrementa o crescimento e o desenvolvimento vegetal estimulando a divisão celular, a diferenciação e o alongamento das células, assim como também, aumenta a absorção e a utilização dos nutrientes (CASTRO et al., 1998).

Em nossas reuniões, nosso associado Dawsley Gonçalves informou a ultilização do produto STIMULATE  e relatou as melhoras obtidas em algumas de suas orquídeas que não estavam se desenvolvendo a contento.

Embora sua experiência com o produto seja de apenas 5 meses, considera que obteve uma melhora sigificativa em suas orquídeas separadas para testar o produto. Tanto na parte de enraizamento, brotação e crescimento, quanto na parte de fortalecimento dos pseudosbulbos.

Discutida a eficácia do produto, e como nenhum associado conhecia, nosso associado Claudio Cunha interessou-se e fez uma pesquisa. Dentre muitas bibliografias,  encontrou o uso do produto em diversas culturas (Nicotiana tabacum, Macieira cv. Castel Gala, Maracujajeiro amarelo e bromeliácea) e foram analisadas por agrônomos que acompanharam e avaliaram o desenvolvimento das plantas.

Abaixo damos os links de algumas mátérias divulgadas pelo Claudio, que observou que: a utilização do STIMULATE dever ser ainda criteriosa, visto não ter encontrado nenhum estudo do produto aplicado em orquidáceas, e que encontrando a dosagem correta o STIMULATE pode promover: o crescimento da planta em até 35% e o aumento da área vegetativa em até 76%.

Links:

 - Maracujazeiro = efeito positivo no crescimento inicial.

http://tinyurl.com/ygwahna

 - Macieira cv. Castel Gala = todos os tratamentos com o bioestimulante aumentaram a porcentagem de brotação das gemas de macieiras cv. Castel Gala.

http://tinyurl.com/yfnlyvh

 - Nicotiana tabacum = avaliação com pulverização foliar.

http://tinyurl.com/yk6cz4g

 - Bromeliácea = grande eficiência para indução e crescimento de brotos laterais.

http://tinyurl.com/ygwahna

Esta publicação tem o objetivo de oferecer mais uma opção de escolha para os interessados. Tem na internet vários trabalhos com estudos do STIMULATE, cabe a cada um avaliar o seu uso nas suas orquídeas.
 

 

Como plantar uma Orquídea

19/02/2010

         Devido à sua aparência delicada e extrema beleza, muitas pessoas pensam que as orquídeas são plantas muito frágeis, porém a realidade é que elas são extremamente resistentes e se bem cuidadas tem sua vida prolongada indefinidamente.

         Indicamos a seguir alguns procedimentos básicos para o plantio de uma orquídea em vaso:

         Inicialmente vamos precisar de algumas ferramentas que não devem faltar ao cultivador  de orquídeas, são elas: tesoura de poda, varetas de bambu ou de metal, estilete, arame de florista, etiqueta plástica e uma lamparina ou maçarico portátil para desinfetar as tesouras e outras ferramentas. De posse desses itens e de um vaso, preferencialmente de barro, em tamanho que possa acomodar a planta que iremos plantar, começaremos o processo de plantio.

         Tomemos a planta cujo vaso já não acomoda a orquídea, colocamos este, dentro da água por cinco minutos para que as raízes fiquem amolecidas e possam desgrudar das paredes. O vaso que ira receber a orquídea deverá também ficar imerso em água por 5 minutos. Retiramos então a planta do vaso antigo, eventualmente com o auxílio de uma alavanca de madeira, para sacar a planta de dentro do vaso, procurando retirá-la com todo cuidado para não ferir as raízes. As raízes que estiverem mortas deverão ser cortadas, as que estiverem boas deverão ser desgrudadas delicadamente com as mãos evitando-se assim a quebra das mesmas no processo de retirada do vaso. O substrato antigo,  que já deve se encontrar em estágio de desintegração deve ser retirado com cuidado usando-se jatos de água forte e com movimentos suaves de uma varinha de bambu retiramos os pedaços de substrato mais difíceis de alcançar.

         Coloque no fundo do vaso novo, dois dedos aproximadamente de cacos de telha, adicione uma camada de substrato novo que usualmente é o xaxim (atualmente sob controle pois está ameaçado de extinção), pegue a planta com cuidado para não quebrar brotos novos e as raízes frontais, coloque uma pequena porção de xaxim entre as raízes e enrole-as envolta do substrato, após, coloque a planta dentro do vaso de maneira que esta fique com a traseira encostada na borda do vaso e a frente fique direcionada para o centro. Entre o broto da frente da planta até a borda do vaso deve ficar um espaço de 3 a 4 dedos para crescimento da planta. Comece a colocar o restante do substrato em volta da planta tomando o cuidado para não quebrar as raízes e não compactar demais o substrato, finalmente colocamos a vareta de bambu enfiada no substrato e encostada na planta, então amarramos a planta no tutor com arame de florista.

         Lembrando sempre que toda vez que fazemos cortes nas orquídeas devemos usar produtos que desinfetem o local do corte e um bom produto para se colocar em locais que sofreram algum tipo de agressão é a canela em pó polvilhada no local do corte ou um fungicida de contato. Não esquecer que após o serviço de reenvase a planta deverá ser devidamente etiquetada com o nome e data do envase e se possível a procedência.

                                               Grupo técnico SBO

MEU BREVIÁRIO DE ORQUIDÓFILO

19/02/2010

Observações que podem servir atualmente

Dr. Adolfo Souza Grota

Após alguns anos de lida com orquidáceas e de trato de orquidófilos, tendo tido muitas alegrias e também muitas decepções, compuz este breviário para meu uso pessoal.

 1.      Não devo ter mais orquidáceas do que as que posso tratar bem.

 2.      Devo tratá-las como entes vivos e procurar compreendê-las, o que talvez constitua a meta mais importante da orquidiofilia.

 3.      Não devo mudar nada numa planta que está sempre progredindo e melhorando: é uma planta satisfeita e qualquer mudança introduzida poderá prejudicar seu ritmo,

 4.      Devo mexer o menos possível em minhas plantas, não as trocando de lugar todo o momento. Devo lembrar-me que elas, a custo, criaram um ambien­te favorável e a ele se adaptaram, portanto não as devo perturbar.

5.      Devo ter cuidado com as doses dos inseticidas, porque poderá prejudicar minhas plantas.

 6.      O mesmo cuidado devo ter também com a adubação: não devo exigir que minhas plantas atinjam um desenvolvimento excepcional, por que elas se desenvolverão sempre dentro de  certos límites.

7.       Devo passar todo tempo que puder com minhas plantas, a fim de conhecê-las melhor.

 8.       Devo estudar e observar minhas plantas e não seguir palpites na cultura delas.

9.      Devo fazer tudo direito para me tornar um bom orquidófilo e cultivador.

10.    Devo tormar parte nas exposições mas não discu­tir julgamentos nem prêmios, porque o prêmio máximo é a prova de cooperação que dou, levan­do minhas plantas a elas.

 11.    Devo visitar os orquidófilos amigos procurando sempre levar-lhes uma bonita orquídea  ou uma muda de uma orquidácea, que lhes vão causar prazer.

12.    Devo olhar as plantas dos amigos, mas não dar nenhuma opinião sobre elas, a não ser que seja solicitado a fazê-lo. É próprio da vaidade hu­mana julgar que o que se tem é o melhor.

13.    Devo dar minha opinião simplesmente, procuran­do termos que não firam a sucetibilidade de ninguêm. Devo lembrar-me que a orquidofilia é um meio de aproximação, de fazer amigos e não inimigos.

14.    Nunca devo dizer que minha planta é melhor, embora, às vêzes, pense assim.

 15.    Devo, quando solicitado, dar os conselhos que me forem pedidos, bem claramente, procurando com eles orientar o orquidófilo novato, não me esquecendo de que já passei por este período.

16.    Não devo fazer segredo de nada que sei, por que devo ter sempre presente que, agindo de modo contrário, nada mais sou do que um egoísta.

Obs.: Este “Breviário” foi oferecido pelo orquidófilo Dr. Adolfo Souza Grota, aos Associados da Sociedade Bandeirante de Orquídeas, no final de uma palestra, em 21 de outubro de 1969.

Carmen Herrera

18/02/2010

Isabelia pulchella

  

 
Stelis penduliflora

Daniel Neubauer

18/02/2010

Cattleya walkeriana var. semi-alba 'Dave'

Claudio Cunha

18/02/2010

 

Cattleya walkeriana

   
Vanda Wirat X Vanda Dr. Anek

Vanda Doctor Anek

 

Cattleya guttata semi-alba verde lisa

Cattleya labiata var. alba 'JK 20'

“Véu de Noiva”

14/02/2010

As duas espécies de nossas Rodriguezias (brancas) a fragrans e a venusta de belissimas florações são conhecidas popularmente como “Véu de Noiva” rica e pobre. Naturalmente a Rodriguezia fragrans por ter perfume é o “Véu de Noiva” rica.

No Paraná não tem!

14/02/2010

Até hoje não está explicado porque nossa Laelia purpurata, que tem como “habitat” o litoral brasileiro desde o Rio Grande do Sul até São Paulo, pula inexplicavelmente o Estado do Paraná.

Tamanho do vaso

12/02/2010

O vaso demasiadamente grande não é o ideal. Quando se planta uma orquídea, o bulbo mais velho deve ficar junto a borda do vaso, permitindo seu crescimento em direção ao lado oposto.

Qualidade x Quantidade

12/02/2010

É preferível ter um número pequeno de plantas bem tratadas do que um grande número de plantas doentes e em mau estado. O amador deve orgulhar-se mais da qualidade do que da quantidade de suas plantas.


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